Ela não se choca com a escassez, nem tem medo dela. Não é dominada pela fruição. Suas necessidades de obter, de "conseguir agora mesmo", são transformadas num talento mais refinado que procura todas as facetas do relacionamento, que observa como funcionam em conjunto os ciclos do relacionamento. Ela não tem medo de se relacionar com a beleza da ferocidade, com a beleza do desconhecido, com a beleza do não-belo. E ao aprender e praticar tudo isso, essa pessoa se torna o perfeito parceiro selvagem. Como um homem aprende essas coisas? Como qualquer um consegue aprendê-las? Basta entrar em diálogo direto com a natureza da vida-morte-vida,prestando atenção à voz interna que não é a do ego. Aprenda perguntando à natureza da vida-morte-vida perguntas incisivas sobre o amor e sobre amar; e depois ouça as respostas com atenção. Com isso tudo, aprendemos a não nos deixar levar pela voz irritante que nos diz do fundo da mente: "Isso é uma tolice... Eu é que estou inventando ...