A energia, o sentimento, a intimidade, a solidão, o desejo, o tédio, todos aumentam e diminuem em ciclos relativamente comprimidos. Nosso desejo de proximidade, e de separação, alterna ciclos de crescimento e de declínio.
A natureza
da vida-morte-vida não só nos ensina a acompanhar esses ciclos na dança, mas nos
mostra que a solução para o mal-estar está sempre no contrário. Portanto, novas
atividades são a cura para o tédio; a intimidade é a cura para a solidão; a solidão é a
cura para a sensação de falta de espaço.
Sem o conhecimento dessa dança, a pessoa tem a tendência, durante vários
períodos de águas paradas, a traduzir a necessidade de atividade nova e pessoal em
gastos excessivos, em exposição a riscos, em escolhas irresponsáveis, na procura de
um novo parceiro. Esse é o jeito do tolo ou do pateta. É a solução dos que não sabem.


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