Talvez não exista nada que uma mulher deseje mais de um homem do que a atitude de ele desmanchar suas projeções e encarar seu próprio ferimento. Quando o homem enfrenta seu ferimento, a lágrima surge naturalmente, e suas lealdades internas e externas se tornam mais fortes e definidas
Ele se transforma no seu
próprio curandeiro. Não se sentirá mais solitário à procura do Self profundo. Ele não
mais procura a mulher para ser seu analgésico.A lágrima da compaixão é derramada em reação à percepção do ferimento
fétido. Este tem origens e configurações diferentes para cada pessoa. Para alguns, ele
representa dedicar toda uma vida a escalar penosamente uma montanha para
descobrir, tarde demais, que se estava subindo na montanha errada. Para outros, ele
reside em questões não-resolvidas e não-tratadas de abusos sofridos na infância.Quando o homem verte a lágrima, é que ele se deparou com a própria dor; e
ele a reconhece ao tocá-la. Ele percebe como sua vida foi vivida de forma protegida
em virtude do ferimento. Percebe tudo o que perdeu na vida devido ao ferimento. Vê
como cerceou seu amor à vida, a si mesmo e ao outro.


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